18º CONGRESSO DOS CORRETORES: ESPECIALISTA TRAÇOU UM PERFIL DO CONSUMIDOR BRASILEIRO

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Por Coordenadoria de Comunicação Social   |   18 de Outubro de 2013

Os desejos e aspirações dos consumidores pautaram os primeiros debates do terceiro e último dia do 18º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, que acontece desde quarta-feira, 16 de outubro, no Rio de Janeiro. O primeiro painel contou com apresentações da advogada Angélica Carlini e do sócio diretor do Instituto Data Popular, Renato Meirelles, e mediação do diretor executivo da FenaSaúde, José Cechin.

Renato explicou que compreender o perfil dos consumidores é necessário para que o corretor possa definir estratégias eficientes, que atendam adequadamente os anseios do público-alvo.
Segundo o executivo, esta fatia da população saltou de 38% em 2003 para 54% em 2013, segundo pesquisa do Instituto. A projeção é de que esse número cresça para 58% em 2023. Por outro lado, a tendência é de queda no número de pessoas que pertencem à classe baixa, de 49% em 2003 para 9% em 2023.

Outro estudo realizado pelo Data Popular apontou que a classe C possui valores considerados mais fortes. A pequisa, que ouviu 18.356 entrevistados em junho de 2011, indicou que 86% valorizam a educação e 80% têm o hábito de pesquisar preços, contra 71% e 44% da classe alta.

O consumo da classe média brasileira é maior que o da Holanda ou da Suíça e coloca o Brasil em oitavo lugar entre os países com maior despesa de famílias. Segundo Renato, se a população com renda média fosse um país, este ocuparia o 18º lugar neste ranking. Com saúde, os gastos saltaram de R$ 110 bilhões em 2012 para R$ 169 bilhões este ano.

Atualmente, 25% dos brasileiros são beneficiários de planos de saúde. Desses 48,7 milhões, 9% pertencem à classe baixa, 40% à classe alta e 51% à classe média. E quanto menor a renda, mais recente foi a contratação do plano: 35% dos usuários da classe média são clientes há menos de 3 anos.

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