“A Escola vem sendo uma das protagonistas no desenvolvimento dessa indústria”

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Por Coordenadoria de Comunicação Social   |   23 de Outubro de 2017

“A Escola vem sendo uma das protagonistas no desenvolvimento dessa indústria e estamos aptos a construir ainda mais”. A frase foi proferida pelo presidente da Escola Nacional de Seguros, Robert Bittar, que representou a Instituição na cerimônia de abertura do 20º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, realizado pela Fenacor no Centro de Convenções de Goiânia (GO), entre 12 e 14 de outubro. O evento reuniu mais de 2 mil pessoas, entre corretores, representantes de seguradoras, autoridades, personalidades e jornalistas do setor.

Durante seu pronunciamento, Bittar ressaltou que a Escola continuará dando a sua valorosa contribuição ao aprimoramento do setor, oferecendo formação e capacitação de qualidade aos profissionais. O executivo lembrou que, ao longo de sua trajetória, a Instituição vem incorporando novas atribuições e ampliando seu escopo de atuação.

“Assumimos outras atividades em apoio à expansão do setor, como pesquisas, publicações e o ciclo de palestras. Recentemente lançamos o primeiro MBA em Seguros na modalidade a distância, o curso será uma verdadeira revolução, pois permitirá o acesso à qualificação profissional de qualquer ponto do País”.

Em seu discurso, o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha, também destacou a relevância do trabalho da Escola para o processo de expansão do mercado. “A educação é a base de tudo e a Susep reconhece a importância dessa Instiuição para o desenvolvimento da nossa indústria”.

O superintendente da Susep enfatizou que, apesar de sofrer interferências do ambiente no qual está inserido, a indústria de seguros deve criar mecanismos próprios para se desenvolver. “A palavra que falta para o mercado é ousadia. Dependemos, sim, de agentes econômicos, mas o setor precisa voltar às origens e trabalhar em conjunto para que possa responder às necessidades do consumidor final”, sugeriu.

Era Digital
  
Abordando o tema central do Congresso, “O Setor de Seguros na Era Digital”, o presidente da Fenacor, Armando Vergilio, afirmou que a tecnologia não será capaz de substituir o serviço prestado pelos corretores de seguros. “O corretor de seguros não é um simples intermediário, ele é muito mais do que isso. É um assessor, cuja função é agregar valores e benefícios. Nossa missão é proteger o segurado e também a seguradora, na seleção de riscos e mitigação de conflitos, evitando a judicialização e as fraudes”, declarou.
 
Para o anfitrião Henderson Rodrigues de Paula, presidente do Sincor-GO, há um mercado fantástico a ser explorado e os corretores não devem temer os meios digitais. “Quando juntamos a tecnologia aos nossos serviços vemos que podemos construir um mercado diferente”.
 
Também em tom otimista, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, afirmou que o setor está mais maduro e forte, e que a tecnologia “é um meio, não um fim”. Ele também ressaltou que a indústria já movimenta ativos da ordem de R$ 1 trilhão e que há muito espaço para crescimento. “Queremos estar no centro das políticas públicas de desenvolvimento. A proteção do seguro rima com as reformas estruturais, com progresso e com sustentabilidade”.
 
Autoridades
 
A solenidade foi prestigiada por autoridades e representantes do Governo. O ministro do Planejamento, Dyogo Henrique de Oliveira, mencionou a expansão do setor na última década, sempre acima do PIB. Segundo ele, o segmento continuará acompanhando a retomada da economia do País. “Mas há enormes desafios a serem superados, o principal deles é entender a tecnologia. Aqueles que não perceberem que estão obsoletos serão os primeiros a serem eliminados. Temos de utilizar a tecnologia a nosso favor”.
 
Outro membro do Governo, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, também enfatizou o papel de destaque do mercado de seguros no cenário econômico nacional. Ele comemorou o aumento da geração de empregos nos últimos sete meses. “Este é o país das oportunidades e o mercado de seguros vai continuar crescendo com esse cenário de recuperação na economia e no emprego”, disse.
 
O deputado federal e corretor de seguros, Lucas Vergilio, lembrou que a indústria de seguros é responsável por mais de 6% das riquezas nacionais, está presente 24 horas por dia na vida dos cidadãos e empresas, mas ainda não recebe do poder público a devida atenção. “É um setor único, que protege a vida das pessoas, dá continuidade aos negócios e garante a inclusão das obras que o País tanto necessita, mas que precisa ser olhado com mais atenção pelo Executivo e Legislativo”.
 
Por fim, o governador de Goiás, Marconi Perillo, destacou a importância do mercado de seguros para a economia e recordou o primeiro Congresso dos Corretores realizado em Goiânia, há 20 anos. Perillo afirmou que, desde então, o setor vem crescendo significativamente. “O papel dos corretores sempre foi fundamental para o sucesso dessa indústria”, frisou.

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