Conferência abordou atendimento a consumidores de seguros

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Por Coordenadoria de Comunicação Social   |   3 de Outubro de 2016

Foco no consumidor, ética e transparência. A 6ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros, organizada pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) com apoio da Escola Nacional de Seguros, promoveu reflexões e debates sobre o atendimento ao consumidor de seguros. O evento foi realizado na última quinta-feira, 29 de setembro, em São Paulo (SP).

O diretor executivo da Escola, Renato Campos, participou da cerimônia de abertura e destacou que os atores do setor precisam criar e manter canais de comunicação contínua com os consumidores de seguros e também com clientes potenciais.

“Temos que ouvi-los e saber o que pensam, para, então, idealizar e ofertar os produtos mais alinhados aos seus anseios. E é por meio de fóruns como este que novas ideias e soluções que surgirão”.

Campos destacou que, na era do acesso à informação, o consumidor conhece e exige seus direitos. “Precisamos manter um diálogo aberto, de mão dupla, honesto e transparente. Assim, estaremos zelando pela imagem do seguro e prestando um serviço a toda a sociedade brasileira”, afirmou o diretor.

Consumidor dita as regras

O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, falou sobre as novas relações entre consumidores e gestores. "Não se trata mais de relações entre indivíduos, mas da sustentabilidade do sistema. Devemos olhar como questão coletiva, que alcance a sociedade como um todo".

Coriolano também citou o Programa de Educação em Seguros, da CNseg, composto por uma série de ações de conscientização da população sobre a importância do seguro. "O consumidor é o ponto central, mas queremos alcançar toda a sociedade e um universo muito maior de políticas e impactos. Visamos ampliar as relações com os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, entidades de proteção ao consumidor, gestores e empresas", finalizou.

Para o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, o seguro tem uma função social que é incomparável a qualquer outro setor da economia, o que exige respeito e atenção contínua com o consumidor. O executivo também falou sobre a criação da agência autorreguladora, que prima pela ética e atendimento. “Quem manda é o consumidor. Ele é o centro de tudo que envolve o setor, é ele quem dita as regras”.

A diretora de Supervisão de Conduta da Susep, Helena Mulin, afirmou que as relações claras com os consumidores são o caminho para reduzir conflitos e questionamentos posteriores.
Helena falou sobre as recentes alterações na resolução do Seguro Auto Popular, que pretende atrair novos consumidores e aumentar a frota segurada no Brasil. “Queremos que as pessoas encarem o seguro de uma nova forma. Se a sociedade estiver segurada, o País estará segurado”, disse.

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